segunda-feira, 23 de junho de 2008

Os sapos

Há muitas coisas que me fazem confusão. E nesta altura do dia, a coisa que me faz mais confusão é aquele bicho marado, o sapo. mas não são todos. Não há nenhum motivo especial, é só porque sim. E também não me fazem todos confusão. Aqueles que, inocentemente saltam de garrafa de óleo em garrafa de óleo, nos límpidos rios portugueses, tentando evitar a morte por asfixia num qualquer saco de plástico, dum hipermercado qualquer, não. Claro que não. Esses não me metem confusão, metem-me pena. Sim pena, porque já não chegava viverem na merda como também não podem fumar. Nem sequer um cigarrinho depois de fazer o amor. Nem erva. Nada. Parece que podem explodir. E é triste ter que morrer só para relaxar ou apanhar uma moca. Não compensa.

Os sapos que me metem “confusão” - termo que estou a pensar alterar para nojo - são os que andam nos eventos a fazer publicidade a não sei o quê. São uns bonecos verdes, vestidos de licra e com uma cabeça totalmente desproporcional… Sinceramente não encontro adjectivos para os caracterizar, pelo que, se ainda não me consegui explicar, façam o favor de cuscar um hi5 qualquer pois de certeza que há lá fotos deles. É que toda a gente quer tirar fotos com o raio dos sapos! Não se percebe...

Mas isto dos sapos deixa-me uma dúvida que penso ser pertinente: aquilo são pessoas, não são? É que às vezes parece que sim, outras nem tanto. Pá, não sei. Mas se forem mesmo pessoas, espero que estejam a ser bem pagas para fazer aquelas figuras. E digo isto porque se não são bem pagas, são extremamente parvas. Mesmo.

E já que se põe a hipótese de serem pessoas parvas, será que quando tiram fotos com eles, eles fazem uma cara bonita para aparecerem bem na foto? Será que sorriem? Se forem estúpidos ao ponto de fazerem figuras ridículas e não receberem bem, penso que sim.

Pronto e afinal é só isto. Parece que agora já nem me faz tanta confusão assim. Se calhar é porque atravessei a estrada numa passadeira. Humm. É isso. Sim.

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